Meus queridos,

Muitas vezes o bem estar demora a se instalar pois estamos fazendo as perguntas erradas. Estamos investigando o desafio errado.

Passamos um tempão tentando consertar um vazamento, e quando menos esperamos, depois de quebrar a casa inteira, descobrimos que o problema estava no encanamento do apartamento vizinho!

É uma boa analogia para associarmos as nossas investigações internas!

Hoje eu gostaria de trazer uma reflexão, que serve principalmente para os imigrantes (como eu!) mas que também pode servir para todos! Afinal, quando saímos da casa dos nossos pais, ou do bairro natal, da cidade natal, a sensação de não saber mais a onde pertencemos, pode acontecer, e atrapalhar muito a nossa vida.

Quando nos mudamos para outro país (fique a vontade para usar qualquer exemplo onde você se encaixe!) é como se nunca mais fôssemos inteiros. Aliás, é um sentimento contraditório na maior parte do tempo. Sentimos gratidão pelo objetivo alcançado, mas logo em seguida se iniciam um montão de outros objetivos: falar outro idioma, se adaptar a nova cultura, clima, costumes, etc etc etc. Você nasce numa nova vida, você se descobre um ser completamente diferente. E você tenta ficar bem e constante nessa dança!

Pois bem, queridos, esses altos e baixos são completamente normais em qualquer tipo de adaptação, em qualquer mudança de vida.

Mas… o que acontece depois disso?

Ainda tem depois? Ô se tem!

Quantas famílias se quebram nesse período…

Quantas pessoas passam a ter terríveis problemas emocionais…

E o questionamento se instala: fiz a coisa certa? Acho que quero voltar. Não, pois quando estou lá quero estar aqui. Mas quero me sentir completo novamente. Quero me sentir bem. Quero ser feliz. Quem sou eu depois disso tudo? Será que me perdi para sempre?

Meus amados! Perdemos longos anos de nossa vida com esses questionamentos!

E hoje, eu gostaria de fazer a seguinte observação: será que a gente quer mesmo fazer parte desse outro mundo? Será que não existe aí um medo de, ao se desapegar do que era familiar, nos perderemos para sempre? O que será que aconteceria se nos fundíssemos completamente nesse novo lar, situação, realidade? E se eu me sentisse, de fato, “chez moi“, em casa?

Investigue os medos, os apegos, e as crenças limitantes que impedem a sua entrega!

Você está em casa quando a sua alma está encaixada no corpo físico.

Não tema a entrega, não tema fazer parte desse Todo!

Já ouviu dizer que o medo só existe porque temos a ilusão da separação? Pois bem! Não se sinta mais separado, você é o Todo!

Você é livre para escolher e “desescolher“ quando quiser, mas a sua sensação de sentir-se em casa nasce quando você escolhe viver no agora, gostar desse agora, ser grato em vez de ser incompleto.

Se entregue, a sincronicidade perfeita do Universo se ajeita a cada segundo para realizar seus desejos.

O que você deseja agora?

Deseje sentir-se em casa!

PS: Alguns Florais são maravilhosos para ajudar nessa cura! O HONEY SUCKLE por exemplo nos ajuda a dissolver a sensação de que “nunca mais serei feliz como antes“. Clique aqui e veja a descrição de cada uma das essências Florais de Bach: Lista dos Florais

Um beijo, muito amor!

Adriana

Adriana Souza é Coach de Corpo e Alma e Especialista em Florais de Bach.